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Thunderbolt 3 e USB-C

   Qual o significado de thunderbolt 3 e usb-c para os músicos e os engenheiros de som?    Quando standards como thunderbolt e usb evoluem, é inevitável que surjam diversas complicações tais como a necessidade de cabos, conectores e adaptadores diferentes. Não seria maravilhoso se esta evolução se desse no sentido da simplificação de modo a ser possível continuar a fazer música sem complicações? Este é o potencial do conector USB-C, que pode ser usado com thunderbolt 3 e USB 3.1 para transferência de dados e carregamento de energia. Recordas-te de todos os blocos de adaptadores AC para computadores, carregadores de parede e molhos de cabos, cada um com o seu conector que não se adaptava a mais nenhum equipamento? Esquece-os – vais carregar o teu computador através do USB-C. E os conectores USBs Tipo-A, Tipo-B, Mini-A, Mini-B, Micro-A e Micro-B que se acumulam no estúdio como convidados indesejados? Deita-os fora. Em vez deles, poderás adquirir cabos USB-C de alta qualidade capazes de suportar energia suficiente. E o adaptador AC para aquele interface áudio incompatível com qualquer outro equipamento existente no planeta? Não vais precisar mais dele, desde que o computador onde se vai ligar o equipamento contenha energia suficiente para fornecer ao interface. Soa-te bem? Esse tempo chegou! Tal como todas as grandes mudanças, existem alguns pequenos problemas tais como o fazer o equipamento e suas especificações assentar em algo novo, mas estes protocolos avançados oferecem diversas vantagens significativas. Hey!! Usam todos o mesmo conector!! Anteriormente, cada protocolo usava o seu próprio tipo de conector- não se confundia uma porta SCSI com uma porta Firewire ou USB com Thunderbolt. O USB-C altera esta situação, uma vez que esta apresenta a função de cabo e conector de especificação universal. Os conectores USB-C são uma inovação significativa relativamente aos conectores volumosos do passado: são reversíveis de modo a impedir uma ligação errada (upside down) de cabos, e são de espessura reduzida de forma a adaptar-se a praticamente todo o tipo de entradas- razão pela qual os novos smartphones utilizam USB-C. Isto também significa que as entradas USB-C podem ser de dimensões mais reduzidas, tornando possível ligar a um maior número de portas em tablets e pequenos pcs portáteis. Nota: O termo USB-C descreve apenas o cabo e conectores físicos, e não se refere a velocidade de transferência de dados ou capacidade de carregamento de energia. Uma vez que Thunderbolt 3 e USB 3.1 Gen 2 (a última geração de USB) utilizam o mesmo conector, não é surpreendente que alguém se confunda sobre qual cabo corresponde a que tipo de ligação, ou até pensem que se trata do mesmo tipo- no entanto, estes apresentam diferenças significativas. O Thunderbolt 3 é actualmente, o protocolo de transferência de dados que apresenta maior velocidade. Tem a capacidade de transferir até 40 Gbit/s em cabos curtos (dependendo do uso de cabos activos ou passivos – mais informação no decorrer do texto) e 20 Gbit/s em cabos mais longos. O USB 3.1 Gen 2 atinge os 10 Gbit/s ( Nota: os valores apresentados são os resultados optimizados – nem todos os equipamentos periféricos atingem estas velocidades). O Thunderbolt é também bidireccional e providencia 3 faixas para conexões PCI Express Gen 3 e 8 faixas para conexões DisplayPort 1.2. Para além disso, também permite interligar múltiplos equipamentos Thunderbolt como se estes partilhassem uma única porta Thunderbolt; enquanto que cada equipamento USB é uma criaturinha egoísta que necessita de se conectar, via cabo próprio, apenas a uma porta. Resumindo: se necessitas de um interface áudio com latência imperceptível, e/ou precisas de controlar múltiplos monitores ou placas gráficas de alta velocidade, o Thunderbolt é a chave. O Thunderbolt foi desenhado para ser “o protocolo que vai dominar os outros todos” de modo a conectar não só os equipamentos Thunerbolt-aware mas também adaptadores com protocolos mais antigos como Firewire e HDMI. Talvez mais importante- e um dos motivos de confusão- é que o Thunderbolt 3 apresenta a capacidade de conectar biliões de equipamentos USB. Embora os equipamentos USB 3.1 Gen 2 permitam o uso de um conector idêntico USB-C, apenas têm a função de conectar periféricos USB-C (alguns suportam a emissão de sinais para DisplayPorts, mas sem garantias), o que nos leva para uma versão do conector do New Rules: - Os equipamentos Thunderbolt 3 com um conector USB-C mostram um logotipo Thunderbolt, e são compatíveis com periféricos USB. Tecnicamente falando, qualquer porta Thunderbolt3 é também uma porta USB 3.1. - Um equipamento USB 3.1 com um conector USB-C não é compatível com periféricos Thunderbolt 3, apenas com periféricos USB, a não ser que este apresentem o logo Thunderbolt. (Para além disso, nenhuma lei define que um conector USB-C tem de correr USB-C ou Thunderbolt 3, por isso podem ser encontrados alguns conectores USB-C para smartphones que corram velocidades USB 2.0. Ignorem-nos, talvez estes desapareçam…) O seu cabo tem capacidade? Uma das vantagens dos conectores USB-C é o facto de estes apresentarem uma especificação determinada de USB PD ( Power Delivery. Os equipamentos com conectores USB-C, tanto com periféricos USB ou periféricos Thunderbolt, podem disponibilizar potências até aos 100 Watts para carregamento de energia, ou até 15 watts para carregamento de equipamentos alimentados vi bus. (tais como os interfaces de áudio). A potência disponível coexiste com transferência de dados e é bidireccional, de modo que seja possível a um sistema principal carregar um periférico e um periférico carregar um sistema principal. Por exemplo, se efectuarmos a ligação de um computador portátil a um display com um conector USB-C para reprodução de vídeo, é possível carregar a bateria do portátil enquanto se visiona o vídeo. No entanto, é de notar o comentário de “até” previamente mencionado: o perfil de potência determina que o máximo de potência disponível seja de 10 watts (2 Amps a 5 volts), 60 watts (5 Amps a 12 volts), ou 100 watts (5 Amps a 20 volts). E não existem garantias que um equipamento com um conector USB-C siga a especificação USB PD não mais que um teclado suporta poliphonic aftertouch só porque este contém uma ligação jack output MIDI, logo os equipamentos USB PDfriendly possuem um gráfico de bateria associado ao logotipo USB SS. Para além disso, são necessários cabos que suportem a potência; o cabo utilizado para carregar o teu smartphone provavelmente não é forte o suficiente para carregar o teu portátil de 70 Watts. Tal como os contractos das companhias discográficas, recomenda-se a leitura das letrinhas pequeninas - especialmente quando se utiliza um equipamento novo com um uma porta menos recente que pode não providenciar potência suficiente. Mais alguns aspectos importantes: os cabos passivos compatíveis com Thunderbolt 3 permitem atingir 40GBit/s apenas a cabos de comprimento de 0,5 metros ou menos, e 20Gbit/s com cabos de comprimentos de 1 até 2 metros. Para termos 40 Gbit/s em comprimentos superiores a 2 metros, precisaremos de gastar um pouco mais de dinheiro num cabo Thunderbolt 3 activo. No que toca a cabos USB 3.1, precisarás de cabos capazes de lidar com velocidades mais elevadas – o cabo que veio com o teu interface estéreo USB 1.1 do inicio do século não fará o serviço. Cabos Passivos vs Activos Um cabo Thunderbolt activo contém transceptores nas fichas que regulam a transferência de dados. Um cabo passivo, não os tem – apenas faz a ligação entre conectores. Um cabo Thunderbolt típico de 0.5m que vem com o equipamento será passivo e terá velocidades de transferência mais baixas em comprimentos superiores a 0.5m. Os cabos activos são por norma mais caros que os passivos mas serão capazes de manter velocidades superiores em extensões maiores. Independentemente do cabo que escolhas, se pensas em usá-lo para alimentar ou carregar equipamento, certifica-te que o mesmo é capaz de lidar com a corrente máxima indicada. De volta ao Futuro Uma das maiores preocupações na evolução de protocolos é a sua compatibilidade com equipamentos do passado. Tanto o Thunderbolt 3 como o USB 3.1 são electricamente compatíveis com as gerações anteriores, embora precises de adaptadores. No entanto, e como é lógico, não ganharás velocidade ao ligar equipamento com protocolo USB ou Thunderbolt antigo com os novos cabos e protocolos. Contudo, tudo o que em cima foi referido deverá ser precedido por “em teoria”. Com a proliferação e novas gerações de hardware de computação e sistemas operativos, a compatibilidade “retro” nunca estará garantida. Se estás a usar hardware actual com Thunderbolt integrado e um sistema operativo recente, tudo deverá correr bem. Mas se estás a usar um Pentium 4 em overclock com o Windows XP e pensas que podes instalar uma porta Thunderbolt – então estás muito enganado. Ressalvas e casos bicudos Depois também temos aquelas situações onde deveria tudo funcionar mas não funciona. Alguns fabricantes de periféricos Thunderbolt 3 afirmam que os seus produtos não são compatíveis com os adaptadores Thunderbolt 2, que depois podes usar para ligar a um adaptador Firewire 800… e um Firewire 800 a um 400 se o teu aparelho velho apenas tiver essa ligação. Contudo, se estiveres a encadear dispositivos Thunderbolt, então o adaptador deverá estar o mais junto do PC na cadeia. Mas lá está: porque estás a querer ligar um antigo Firewire 400 a um sistema Thunderbolt actual? A sério, é tempo de fazer um upgrade. Ou então, se estás a usar o Boot Camp com Windows num Mac com um aparelho Thunderbolt ligado, o Mac não será capaz de hibernar – e se tentares voltar a ligar um dispositivo Thunderbolt que acabaste de desligar, terás de reiniciar o Mac para te reconhecer a ligação. Contudo, estes são casos especiais ou mais “bicudos” e, desde que não queiras fugir muito às normas, o mais certo é que corra tudo bem. Existe muita informação na net e os engenheiros das lojas online estão sempre a par dos desenvolvimentos mais recentes. De qualquer das formas, parece que os protocolos USB-C, USB 3.1 gen 2 e especialmente o Thunderbolt 3 chegaram mesmo na altura certa para lidar com os nossos dados – e no processo, simplificar as nossas vidas.

  • 2018-02-22
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Concorde New Generation

A Ortofon alcança muito em breve os seus 100 anos de existência, e como tal chegou a altura de renascer. Por algumas décadas os diversos modelos de Concorde têm sido a referência máxima do mercado, a marca que todos tentam imitar mas que ninguém consegue copiar. Aqui fica um pouco da sua história: Isto porque a marca tem um vastíssimo conhecimento de audio e história na área, inclusivamente na gama Hi-Fi e audiofila onde continua a marcar pontos. Por isso é normal que os seus produtos seja superiores, Depois com o passar de tantos anos muitos são os conselhos, críticas e opiniões que tem sempre ouvido por partes dos seus maiores utilizadores, aqueles que no dia-a-dia e em todo o tipo de condições dependem dos produtos para dar o seu melhor! O futuro desenha-se no presente e é isso mesmo que a Ortofon apresenta oficialmente, A Nova Linha de Cabeças e Agulhas: Concorde MK2   A linha de produto fica agora assim definida: Assim a linha continua a ter para cada modelo as opções de Compra: . Individual (Cabeça com respectiva agulha) . Twin (2 cabeças com respectivas agulhas e caixa de transporte em alumínio) . Stylus (Agulha de substituição) Adicionalmente teremos agora também . Slipmat (par) diferente por cada modelo . T-Shirt diferente por cada modelo . Pegas  num total de 5 cores diferentes por onde escolher . Capas Plásticas transparentes para protecção das agulhas (Finger Lift)     Aqui fica quase em jeito de resumo algumas das coisas que mudam! O corpo da cabeça é mais largo e logo mais estável Novo esquema de cores Materiais mais tácteis, compactos e resistentes  Apenas 5 Modelos com funções claramente definidas Nova pega reforçada, mais larga e de fácil substituição  Pega com textura para maior facilidade em agarrar Pega mais Ergonómica e mais larga na zona de agarrar Pegas de múltiplas cores (opcional) para personalização Mais fácil de trocar agulha com o novo encaixe mais visível Maior visibilidade da agulha com o maior  recorte na ponta Conjunto dividido claramente em dois segmentos. Scratch e Digital têm o maior volume de saída Club é a única Elíptica (com forma especial e nova) Mais um pequeno vídeo sobre a celebração dos 100 anos.   E finalmente um quadro comparativo:

  • 2018-01-27
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Arturia Minibrute 2 & Minibrute 2 S

A Arturia parece continuar mestra em ler tendências, criar tendências e adivinhar produtos que não sabemos que queríamos e precisávamos até os vermos! Não há qualquer dúvida que se há sintetizador que relançou a febre dos sintetizadores Analógicos, de custo acessível mas de GRANDE som, esse sintetizador foi o MiniBrute! Muitos foram o que vaticinaram de completa loucura quando a Arturia apresentou ao mundo um analógico, sem presets, sem efeitos e monofónico a 499€, mundo que parecia em uníssono acreditar que o software era o futuro inquestionável. Aqui está o seu natural seguimento! Arturia MiniBrute 2! Á primeira vista parece um MiniBrute 1 com um painel lateral de ligações que naturalmente nos faz logo deduzir que estamos na presença de um semi-modular! Por outro lado a parte inferior deixa logo adivinhar um sequênciador por passos (tal como o microbrute) e arpeggiador! Pensem num cruzamento entre um MiniBrute um Keystep. Mas agora com 2 Osciladores e 2 LFOs (e o OSC 2 pode ainda funcionar numa gama de LFO adicionalmente) e já agora as entradas Audio (no patch bay), sim agora são 2, uma como no anterior Minibrute e uma segunda que vai directo ao master sem passar pelo filtro. O Sucessor espiritual do Minibrute que trouxe a síntese analógica para as massas promove agora a ligação ao gigantesco mundo dos modulares, mas sem perder o caracter e marcas tão únicas do seu som analógico, capacidades de dar forma ao mesmo e que definiram o que é já um legado! Mas vamos então a uma análise mais próxima, começamos pelos 2 Osciladores "Brute" e não apenas um, ainda que estejamos perante um monofónico (nem sequer parafónico). Já agora fica também estabelecido que todas as funções escritas a azul, por baixo das principais a branco, são as ligações ou caminhos existentes por defeito se não introduzir-mos nenhum cabo no Patch Bay e que as altere claro. O OSC1 é muito semelhante ao que já conhecemos do MB1 com Glide e a adição de FM (Modelação da Frequência), já o OSC 2 é mais simples no sentido em que não podemos esculpir as diferentes ondas disponíveis (Sinosóidal, Serra e quadrada), ainda assim pode funcionar numa gama de frequências muito baixa (LFO), normal tal como o osc 1 (all) ou numa gama mais curta. Já na mixer temos as 3 ondas do OSC1, Ruído Branco, entrada de som Externo e OSC 2 (neste caso só temos um tipo de onda seleccionada no mesmo), por exemplo sabemos que o Ultrasaw Amount é controlado pelo LFO2 e que o Metalizer é controlado pela velocity. O filtro é o distinto Steiner-Parker que já conhecemos e que torna todos os Brutos tão únicos e aqui não falta caracter (o que é um completo eufemismo ;)  ). É aqui que as possibilidades de modelação são mais obvias pois podemos controlar a direcção e intensidade. Já nos envelopes temos o tradicional ADSR e um segundo envelope mais dedicado a percussões e outros truques visto que só dispomos de Ataque e Decay, mas temos opções adicionais como por exemplo seleccionar um envelope em modo gate (on / off basicamente) ou trigger, e ainda disparar uma só vez ou correr em loop que permite todo o tipo de truques como automatizações ciclicas, FM, etc... Mas não se deixem intimidar pois é perfeitamente possível operar este novo Brute sem ter de entender "patavina" de modelares, daí ser um Semi-Modelar, á medida que formos ganhando confiança podemos ir entrando nas modelações e eventualmente adicionar uns módulos etc...!! É aqui que reside muita da magia deste novo MiniBrute 2, no PatchBay (48 pontos no total), não só a capacidade de fazer modelações e redireccionamentos mas porque o transforma no coração de um qualquer sistema Modular, convém não esquecer que para além da interacção sonora do Minibrute 2 para outros sintetizadores ou o inverso, podemos usar as suas extensas capacidades como teclado de 25 teclas agora com aftertouch incluído, arpeggiador e sequênciador. Todas a funcões com o rectângulo a branco a circundar a descrição da mesma a preta são saídas já quando a legendagem está simplemente a branco são entradas (parâmetros que queremos modelar). Depois de um painel de Patch tão detalhado a traseira pareçe bem espartana no entanto temos as essências saída principal e de auscultadores os inevitáveis MIDI IN e OUT e USB. E o USB continua a ser essencialmente para comunicação MIDI e Clock, não há audio.   No teclado para além do referido temos básicamente o mecanismo do Keystep com as sua funcionalidades de sequenciação, e arpeggiação. Convém não esqueçer que este teclado é semelhante ao do MatrixBrute, ou seja com velocity e aftertouch. Já aqui na zona do teclado todas as sublegendas em azul são funções que activamos recorrendo ao botão de Shift. Preço previsto 649€ Iva Incluído   Minibrute 2 mas em versão S, S de sequenciador. Para facilitar vamos directo á questão, qual é a diferença da verão com teclas? A parte da execusão, ou seja, o sintetizador e patchbay (48 pontos de patching) são exactamente os mesmos mas em vez do teclado de elevada qualidade temos Pads ao estilo do Beatstep. No Sequenciador que também podemos usar como arpegiador temos 3 linhas de sequência que podem inclusivamente ter diferentes durações entre si. Estas 3 camadas pode ser usadas para criar melodias ou automatizar/ modelar parâmetros. Podemos memorizar até 64 Patterns e claro temos um modo de encadear os mesmos para sequenciar toda uma música se assim pretender-mos, nestes PADs de elevada qualidade e durabilidade podemos tocar as notas com velocity e aftertouch. Preço previsto: 650€ Iva incluído.

  • 2018-01-17
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Ableton Live 10

Cria sons mais ricos com as novas funcionalidades do Live. Mantém-te na vanguarda com as múltiplas melhorias no fluxo de trabalho. Afasta-te  mais do teu PC  com o controlador Push. Constrói o teu som com uma biblioteca sempre actual. Disfruta de todo o potencial ilimitado do Max para Live, agora incorporado no software.       Cria com novos dispositivos Apresentamos-te o Wavetable, Echo, Drum Buss e  Pedal: novos dispositivos integrados no Live, que te possibilitam sons inovadores, a partir dos instrumentos e efeitos.   Wavetable De acesso imediato e com capacidades infinitas, o Wavetable é um novo sintetizador desenvolvido pela Ableton. Modela, estica e modifica o teu som  usando as "wavetables"  derivadas de sintetizadores analógicos, intrumentos e sons de arquivo. Começa de imediato a esculpir o teu som - mesmo sem conhecimentos profundos em síntese - ou explora através de uma interface intuitiva todo o seu enorme e rico potencial.   Echo O Echo agrega num só dispositivo o som dos delays analógicos e digitais clássicos - o teu novo delay de serviço! Modela e amplifica sons com os seus filtros de modelação analógica, aumenta os ruídos e oscilações características das máquinas vintage, ou adiciona modulação e reverb para criares ambiências sonoras, feedbacks assombrosos e muito mais.   Drum  Buss O Drum Buss é "o" centro rítmico a recorrer. Capaz de adicionar um carácter subtil ou mesmo dobrar e quebrar os ritmos à sua vontade. Podes adicionar corpo e distorção com o "drive e o  crunch", controlar as dinâmicas com a compressão e a modelação de transientes, activar e afinar o ataque ("boom"), assim como controlar o decay do grave com uma secção dedicada ao "low-end".   Pedal O "Pedal", com os seus circuitos separados de overdrive, distortion e fuzz, traz para o Live as características únicas dos pedais analógicos. É um efeito que vai desde a modelação mais subtil até à distorção mais demolidora, tornando-o óptimo para dar "calor" a vozes e instrumentos, amplificar sons de sintetizadores ou distorcer por completo as batidas... E claro, também soa espetacular com as guitarras.   Mantém-te no flow Encontrarás melhorias no novo Live que de certo te ajudarão a manter o teu flow criativo a qualquer altura do teu processo de composição musical, quer estejas a organizar ideias, alinhar o teu setup ou a editar promenores na tua música.   Grava - "Capture" Transforma as tuas idéias espontâneas em música sem pensar muito na gravação. A começar um tema? Basta apenas armar uma faixa MIDI e tocar. Quando a tua idéia surgir, carrega em "Capture" após teres tocado as notas que queres manter. O Live acertará o tempo e o timing, começando a tocar a melodia ou groove num loop perfeito. Também poderás usar o "Capture" para evoluir nos teus temas: adicionar novas partes ou dobrar clips MIDI sobre clips já existentes, sem quebrar o decorrer do tema - basta apenas carregar em "Capture" após teres tocado bem as novas partes.    Edita múltiplos clips de MIDI Cria batidas e baixos ou melodias e acordes em simultâneo. Trabalha com vários clips MIDI sobre várias pistas dentro da mesma visualização de janela - tanto no modo Session como no modo Arrangement. Agora consegues editar de uma forma mais inteligente e ter mais controlo das interligações musicais do teu tema.  Cria e arranja com mais fluidez O modo de vista de  Arranjo foi optimizada para uma edição mais rápida e intuitiva, assim como  para uma criação musical mais eficiente. Estica facilmente um clip, arrasta os seus conteúdos ou cria audio fades com novas interacções de clips que funcionarão directamente no modo de Arranjo. Automatiza com maior controlo usando o "grid snapping" e outras interacções melhoradas.  Foca-te instantaneamente no que precisas com os atalhos rápidos de teclado: alterna a vista de automação para todas as pistas, faz zoom in e out de partes seleccionadas, move clips e até poderás fazer edições de áudio como por exemplo, inverter os samples.   Uma multitude de aprimoramentos no fluxo de trabalho Quando se trata de fluxo criativo, as pequenas coisas por vezes fazem toda a diferença. O Live 10 vem com uma longa lista de alterações - aqui estão algumas: Colecções de Busca. Mantém os teus dispositivos de eleição, os teus samples e plug-ins por perto: cria colecções com códigos de cor e acessa-os instantaneamente no teu browser.   Note chasing As notas podem ser disparadas mesmo se o playback começar a meio, por exemplo: assim não terás de começar o clip do início para poderes ouvir um pad longo.   Renomeação de I/O Selecciona instantaneamente o routing certo ao renomeares os Inputs e Outputs do Live, de forma a corresponder com os instrumentos e hardware do teu estúdio.   Melhoramentos na mistura Com o seu espectro de ganho aumentado, consegues utilizar melhor o Utility para automações de volume, mantendo assim o Mixer livre. A função Bass Mono no Utility e os 10Hz extra no EQ Eight dar-te-ão um controlo de graves mais apurado. O Split Stereo no Mixer agora permite uma colocação mais flexível dos canais individuais na panorâmica estéreo.   Cria grupos dentro de grupos Mistura com maior flexibilidade – processa elementos individuais de um grupo, um sub-grupo ou um BUS inteiro. Mesmo que tenhas várias pistas com arranjos complexos, podes também controlar mais facilmente a tua sessão, pois poderás ter vários níveis de edição de grupos que rapidamente se simplificam para uma visualização mais simples.   Aspecto e disposição melhorados O interface do Live foi actualizado de forma a se tornar mais simples, limpo e eficaz, com gráficos mais nítidos e cores mais refinadas. Os ambientes e a visibilidade foram melhorados com uma gama de temas optimizados.   Faz mais ainda com o Push O Live 10 traz novas funcionalidades e visualizações de alta-resolução para o Push. Agora passarás ainda menos tempo com o computador – quer estejas a compor novas idéias, a editar MIDI ou a modelar e misturar sons.   Novo layout do sequenciador de passos melódico Podes sequenciar e tocar as notas em simultâneo perante o mesmo layout de pads – a metade inferior do layout permite tocar as notas em tempo real, enquanto que a metade superior trata de as sequenciar. Visualização avançada de dispositivos Poderás ver o Wavetable ou o Echo em alto detalhe enquanto estiveres a tocar. Durante a mistura, poderás ver o analizador de espectro do EQ Eight, assim como os modos avançados de equalização Mid/Side e Left/Right. Observa em tempo real os parâmetros de áudio do compressor do Live: a actividade, o threshold e o sidechain routing. Visualização de notas MIDI Navega e ajusta as notas dos teus patterns activos directamente no visor do Push. Carrega continuamente num Step da tua sequência para fazer zoom e poderás usar o controlo on-screen para ajustar a velocidade, posição da nota e comprimento.   Nova biblioteca de sons Logo de início, com as novas colecções de packs, o Live 10 tem mais sons prontos para temas finais. Estão programados para se ajustarem às tuas necessidades ou para tomares novos rumos. Para além disso a biblioteca foi reorganizada, sendo agora mais fácil encontrares o que procuras.   Colecções com curadoria O fio condutor que une os estilos e cenas actuais é captado numa nova gama de packs de som. Cada pack é uma selecção actualizada de instrumentos, clips e samples que partilham um tema sonoro comum. Estão prontos para a composição e também configurados com Macros que permitem a sua modelação em algo completamente novo.   Instrumentos Essenciais Fruto da colaboração de vários artistas e designers de som com a Ableton, o Live 10 Suite vem com quatro novos packs detalhados de instrumentos: O Drum Essentials incluí uma enorme colecção de êxitos e kits da electrónica. O Drum Booth contém todos os sons acústicos de bateria e percursão que precisas. O Synth Essentials oferece-te presets profissionalmente programados para os sintetizadores do Live, assim como racks multi-sampladas de hardware clássico. O Electric Keyboards adiciona a luxúria e brilho dos sons dos pianos e orgãos eléctricos, à lista de instrumentos do Live.   Max for Live – Integrado e sem limites A tecnologia Max é agora completamente integrada no Live 10 Suite. Não serão necessários downloads ou setups adicionais para poderes criar e modificar os dispositivos Max for Live. Simplesmente funcionam. Para além disso, novas capacidades e dispositivos ampliam as possibilidades para os músicos e criadores de dispositivos.   Simples e eficaz Usar o Max for Live é mais simples, rápido e fiável. Melhorias significativas na programação traduzem-se numa maior velocidade de carregamento dos dispositivos Live; usam menos o CPU e dão a sensação de serem dispositivos nativos do Live.   Dispositivos novos e actualizados Alguns dos dispositivos mais populares do Max for Live foram alvo de actualizações significativas. Os Drum Synths foram reformulados com um upgrade completo no som e um sweet spot mais amplo. Para além disso, o novo LFO e os outros dispositivos de controlo permitem-te modular até oito parâmetros a partir de um só dispositivo.   Integração de Hardware – MIDI Avançado Os dispositivos do Max for Live agora podem enviar e receber SysEx, permitindo um acesso mais aprofundado aos sintetizadores – incluindo backups completos das dumps, controlo de parâmetros e mais. O Max for Live também cria superfícies de controlo costumizadas para integração costumizada de hardware.   Áudio multi-canal Com as novas capacidades de roteamento de áudio do Max for Live, será agora possível misturar para performances, instalações e salas de espetáculos, através do Surround Panner.   Como podes verificar, novidades não faltam neste novo Live 10. Encomenda já o teu!  

  • 2017-11-09
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